Estudo para EBD. Tema: MAXIMIZANDO O RELACIONAMENTO COM DEUS

MAXIMIZANDO O RELACIONAMENTO COM DEUS

Texto Base: Lucas 10.38-42

Texto áureo:

“Entretanto, pouco é necessário ou mesmo uma só cousa; Maria, pois, escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada” (Lc 10.42).

Leituras Diárias

Segunda-feira

Hb 10.19-22

Terça-feira

Mt 6.5-8 Quarta-feira Mt 21.18-22 Quinta-feira Tg 5.12-18 Sexta-feira Tg 1.19-25 sábado

Lc 10.38-42 Domingo

SI 119.105-112

Objetivo da lição:

Motivar o cristão a usufruir de maior comu­nhão com Deus pelo exercício da oração e pela dedicação à leitu­ra, meditação e estudo da Palavra.

Introdução

Maximizar significa “elevar ao máximo” ou “superestimar”. A maximização do relacio­namento com Deus implica o emprego pro­veitoso e eficaz dos recursos que dispomos para viver intimamente ligados ao Senhor. Nosso estudo traz o desafio para aprofun­dar a nossa ligação de amizade afetiva com o Criador. Fomos criados para viver em co­munhão com Deus. Nossos primeiros pais gozaram do privilégio de estar em Sua pre­sença. Ele se agradava da companhia de­les, e eram tão íntimos que foi-lhes possí­vel ouvir “os passos do Senhor Deus que andava pelo jardim” (Gn 3.8). Não pode­mos conviver com Deus tão proximamente como eles viveram, antes do pecado, mas o Senhor, por Sua graça, nos reaproxima dEle por meio de Cristo (Ef 2.13) e nos pro­porciona meios para vivermos em comunhão com Ele.

1. A COMUNHÃO PARTICULAR EM ORAÇÃO

Um dos maiores privilégios concedido aos filhos de Deus é o de conversar abertamen­te com o Pai. A oração não é uma fórmula de palavras mágicas pronunciadas em tro­ca de algum benefício. Trata-se de algo mui pessoal, uma conversa íntima com Alguém que amamos e que nos ama.

1.1 O direito à comunhão com Deus

Segundo a Palavra, podemos entrar com confiança na presença do Senhor. É um di­reito que o Filho conquistou para nós (Hb 10.19). Intrepidez significa ousadia. Medi­ante a Sua obra, Jesus Cristo nos garantiu o direito inalienável de nos chegarmos a Deus. Todos os que crêem em Cristo foram investidos de um “sacerdócio” santo e real (1 Pe 2.4-10). Chegar à presença do Pai Celestial não é privilégio de alguns filhos, é de todos, sem hora marcada e em qualquer lugar.

Temos desfrutado deste direito?

1.2 A condição para tornar excelente a comunhão “Aproximemo-nos”, diz a Pala­vra, mas não sem preencher al­gumas condições: “com sincero coração, em plena certeza de fé…” (Hb 10.22). O que importa mes­mo não é a forma da oração ou a posição em que estamos a orar – em pé, ajoelhados, sentados etc. O que conta é o estado do nosso interior. Considere as seguintes condições:

a) A sinceridade. A falta de sinceridade cria uma barreira en­tre nós e o Senhor, porque Ele nos conhece e espera que sejamos suficientemente maduros para as­sumir as nossas faltas e confessá- las (Is 59.1; Hb 4.13; 1 Jo 1.9). Ainda que não sejamos perfeitos, devemos ser sinceros, para que Ele nos receba.

b) A humildade. A parábola do fariseu e do publicano (Lc 18.9- 14) mostra com que espírito se deve orar. O primeiro, o fariseu, orou com orgulho, chamando a atenção para si mesmo, desfilan­do os seus feitos e exaltando a sua religiosidade. O segundo, o publicano, menosprezado pelo primeiro, apresentou-se diante de Deus como indigno, implorando- Lhe a misericórdia, porque era a única coisa que ousava pedir. Sua oração foi aceita, enquanto a do outro foi rejeitada! A motivação para orar deve ser o fato de que reconhecemos a necessidade de ter Deus a nosso favor, e não o aplauso e a aprovação dos outros (Mt 6.5,8).

c)  A simplicidade. Fale com Deus o necessário. Não se perca em muitas palavras e em chavões (Mt 6.7,8).

d) O fervor. Isso nada tem a ver com a forma da oração. Ora­ção fervorosa ou fervente é a que se faz “em plena certeza de fé”. O requisito para que sejam alcan­çadas as coisas espirituais é o exercício da fé (Mt 21 22 Tg 5 1? portanto devemos orar cc~ = ::_– fiança de que Deus ncs c_.e e responde (1 Jo 5.14,15)

1.3 Priorize a hora de oração

O tempo é precioso. É uma dá­diva de Deus a todos nós. Mas quanto o desperdiçamos! Por isso, sempre falta tempo para orar. Ain­da não aprendemos que o tempo que passamos conversando com o Senhor em oração é um investi­mento que rende precioso lucro para a vida. Já reparou quantas vezes Jesus se retirava para orar? Confira alguns textos (Mc 1.35; 6.45,47, Lc 9.18; 22.39-41).,

Oração não é programa. É um estilo de vida. Aprendemos isso com grandes homens de Deus. Eles nos ensinam que, para ser­mos usados pelo Senhor, precisa­mos parar um pouco na Sua pre­sença, fazendo da oração uma fonte de poder para a vida (Dn 6.10,11; SI 55.17; 2 Tm 1.3; Fp 1.4).

2. A COMUNHÃO PELA PALAVRA

Ao manter comunhão com uma pessoa, não somente falamos com ela; também a ouvimos. Ele nos fala – isso é real! O problema está na qualidade da recepção. Nem sempre O ouvimos tão fre­quentemente quanto devemos. Deus nos fala por Sua Palavra. Vamos refletir um pouco sobre como tirar proveito máximo da comunhão com Deus pela Palavra.

2.1 Leia, medite

Leia para ouvir. Temos que for­mar o hábito de ler as Escrituras. A leitura diária da Bíblia é para o espírito o que a alimentação diá­ria é para o físico. Todos sabemos da necessidade de fazer as refei­ções regularmente. Assim também o homem interior necessita ali­mentar-se da Palavra de Deus. Jó fez essa comparação, dizendo: “Não me afastei do mandamento dos seus lábios; dei mais valor às palavras de sua boca do que ao meu pão de cada dia” (Jó 23.12- NVI).

Leia com devoção. Coloque-se em espírito de oração, desejoso de ouvir uma mensagem para cada dia. Como a Palavra é “viva e eficaz” (Hb 4.12), há sempre nela um pensamento que vem de encontro à necessidade da nos­sa alma, uma bênção que alme­jamos, um ensinamento que pre­cisamos ou uma advertência para corrigirmos o nosso caminho.

Medite. Isso é essencialmente necessário para apreender a Pa­lavra. Meditar é o processo pelo qual nos apropriamos da verda­de que lemos, absorvendo-a ao máximo. Veja a recomendação dada a Josué (Js 1.8).

2.2 Estude com inteligência

Estudar é uma atividade que implica maior tempo e disposição. E quando a desenvolvemos, de­vemos usar de bom senso e in­teligência. É verdade que conta­mos com o Espírito Santo de Deus, iluminando nosso entendimento da Palavra. Mas nem por isso de­vemos negligenciar o uso da ra­zão, da nossa capacidade mental e discernimento. É conselho bíbli­co que devemos estar prepara­dos para dar “razão” da nossa fé (1 Pe 3.15). Paulo ensina que o estudo das Escrituras envolve a tarefa de “conferir coisas espiri­tuais com espirituais” e de discer­ni-las espiritualmente. “Conferir” e “discernir” são atividades da mente humana, que diante da Pa­lavra de Deus é iluminada pelo Es­pírito.

2.3 Estude com desejo de obedecer

Conhecer para praticar a von­tade de Deus deve ser o objetivo daquele que se aproxima da Bí­blia. Tiago adverte quanto à im­portância dessa atitude (Tg 1.22- 26). Não somente a inteligência

deve estar aberta a entender as novas luzes que a leitura e o es­tudo da Palavra de Deus nos tra­zem, mas também a nossa von­tade deve estar submissa aos ensinamentos da Palavra. Medi­ante o conhecimento dela, o cren­te experimenta a vontade de Deus (SI 119.105-112).

2.4 Priorize um tempo para ouvir Deus

A melhor lição quanto à neces­sidade de separarmos um tempo para ouvir a Palavra do Senhor encontramos no episódio da visi­ta de Jesus em Betânia (Lc 10.38- 42). Enquanto Marta, dedicada e ativa, ocupava-se dos afazeres da casa, Maria “quedava-se as­sentada aos pés do Senhor, ao ouvir-lhe os ensinamentos”. Mar­ta reclamou disso, e Jesus obser­vou que aquela inquietação e pre­ocupação dela com “muitas coi­sas” lhe roubava a oportunidade de aproveitar “a boa parte”, que tem valor superior, eterno.

Quanto tempo separamos para ouvir Deus?

Conclusão

Como manter, do modo mais excelente possível, a comunhão com Deus.

1o) Trata-se de entender que nenhum outro tipo de relaciona­mento é superior ou prioritário, e que não se pode alcançar suces­so em qualquer espécie de rela­ção humana sem que antes se alcance a melhor relação com Deus. Isto é a base para o suces­so nas demais relações.

2o) A maximização do relacio­namento com Deus depende de nós. Muitas vezes é apenas uma questão de disciplina de vida, de administração do tempo, de sa­ber priorizar as atividades com as quais tanto nos embaraçamos!

Vamos lá! Maximize.

É formado em Teologia,  Análise e desenvolvimento de Sistemas e Licenciatura em Matemática. Especializado  em Tecnologias de aprendizagem a distância,  produção de conteúdos digitais para a Internet e Mestre em Teologia.

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