Pastor Josias Moura

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ESTUDO EBD. TEMA: O JULGAMENTO FINAL. PARA O DIA 01.12.2013

O JULGAMENTO FINAL

Jesus Cristo… (o qual) está .assentado à mão direita de Deus Pai Todo-poderoso. Que há de vir julgar os vivos e os mortos. ”

 

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Mateus 25.31-46

A declaração de fé que afirma a vin­da do Senlior para “julgar os vivos e 08 mortos”, tem um forte embasamento bíblico. Entretanto, pa­rece que muitas pessoas preferem não pensar muito na possibilidade de um acerto de contas com o Senhor no último dia. Muitos vivem de tal maneira, como se isso, de fato, não fosse acontecer. Porém, a Bíblia nos adverte em muitas passagens quan­to à iminência do grande julgamento final.

0 objetivo desse estudo não é ate­morizar as pessoas, mas, sim, des­pertar em cada um a convicção quan­to à necessidade de se viver uma vida responsável diante de Deus, pois, como afirma Paulo, “importa que to­dos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo para que cada um receba segundo o bem ou mal que tiver feito por meio do corpo” (II Co

5.10).

0 julgamento final terá lugar logo após a ressurreição dos mortos e será definitivo: uns irão para o gozo da vida eterna; outros para a conde­nação e o sofrimento eternos (Jo 5.22-27).

O JULGAMENTO FINAL HARMONIZA-SE COM A PERFEIÇÃO DE DEUS

Nesses dias em que tanto se fala em um Deus que está sempre pronto a abençoar, muitos encontram dificul­dade para aceitar a idéia de Deus como Juiz. Porém, o julgamento fi­nal harmoniza-se com a perfeição de Deus. Sobre isso, o Professor James

Packer afirma; “Um Deus que não se importasse com a diferença entre o certo e o errado, seria um ser bom e admirável? (…) A indiferença moral seria imperfeição em Deus, e não per­feição. O fato de não julgar o mundo demonstraria indiferença moral. A prova final de que Deus é um Ser moralmente perfeito, que não fica in­diferente às questões do que é certo ou errado, é o fato dEle mesmo ter- se comprometido a julgar o mundo” (O Conhecimento de Deus, Mundo Cristão).

Através do juízo final, Deus mani­festa a “glória da sua misericórdia na salvação dos eleitos, e a glória da sua justiça na condenação dos réprobos, que são injustos e desobedientes” (Confissão de Fé de Westminster). Não há, portanto, nenhuma incoerência ou contradição. Pelo contrário, o julga­mento final está em plena harmonia com a perfeição de Deus.

O JULGAMENTO FINAL TERÁ UM ALCANCE UNIVERSAL

0 parágrafo 1’ do capítulo 33 da Confissão de Fé de Westminster, o qual trata do Juízo Final, afirma: “Deus já determinou um dia no qual, com jus­tiça, há de julgar o mundo por meio de Jesus Cristo, a quem, pelo Pai, fo­ram dados o poder e o juízo. Nesse dia não somente serão julgados os anjos apóstatas, mas igualmente to­das as pessoas que tiverem vivido so­bre a terra comparecerão ante o tribu­nal de Cristo, a fim de darem conta de seus pensamentos, palavras e feitos, e receberem o galardão segundo o que tiverem feito, o bem ou o mal, por meio do corpo”.

0 julgamento final envolverá, por­tanto, não só os homens, mas tam­bém os anjos que não guardaram o seu estado original, principalmente o maioral deles, a saber, o diabo (II Pe 2.4; Jo 6; Ap 20.10). Quanto aos se­res humanos, a Bíblia informa-nos que todos comparecerão perante o tribunal de Cristo. Não só os que es­tiverem vivos quando da vinda do Se­nhor, mas também os mortos, os quais serão ressuscitados (Jo 5.28,29; Ap 20.11-13).

Os remidos de Cristo, porém, comparecerão ante o tribunal para re­ceberem o galardão, pois, na verda­de, já estão absolvidos (Rm 8.1),. 0 apóstolo João declara que aquele que crê em Cristo não é julgado, pois já tem a garantia da vida eterna (Jo 3.16-18, 36). 0 próprio Senhor Je­sus nos tranqüiliza dizendo: “Em ver­dade, em verdade vos digo: Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida’’ (Jo 5.24). Sobre isso o Professor James I. Packer faz as seguintes observações: “Primeiro, o tom da justificação certamente pro­tege os crentes de serem condena­dos e banidos da presença de Deus como pecadores. (…) Mas, em segun­do lugar, a dádiva da justificação não protegerá de modo algum os crentes de serem avaliados como cristãos, e de perderem benefícios que outros irão gozar se ficar provado que como cristãos foram negligentes, maldosos e destrutivos” (1 Co 3.12-15).

Quanto aos ímpios, porém, serão julgados e sentenciados com a con­denação eterna (II Ts 1.6-9; Ap 21.8).

3. 0 JULGAMENTO FINAL SERÁ DE ACORDO COM 0 CONHECIMENTO E AS OBRAS DE CADA UM

A Bíblia declara que “aquele a quem muito foi dado, muito lhe será exigido; e àquele a quem muito se confia, muito mais lhe pedirão” (Lc 12.35-48). Também em Romanos 2.12-16, falando sobre a condição dos que não tiveram a oportunidade de co­nhecer o evangelho, Paulo declara; “os que pecaram sem lei, também sem lei perecerão; e todos os que com lei pecaram, mediante a lei serão julgados”. Isso comprova que no jul­gamento final será levado em consi­deração o grau de conhecimento de cada pessoa. Segundo o apóstolo, mesmo entre os que não conhecem a Cristo existe o que pode ser chamado de “lei natural” ou “lei da consciência”, que permite a distinção entre o certo e o errado (vv. 14,15).

No julgamento final serão levadas em consideração as obras de cada um. Até mesmo um copo de água fria que se dá a alguém será levado em conta (Mt 10.42). Mateus 25.31 -46 é um dos textos mais claros sobre isso.

0 apóstolo Pedro exorta a uma vida de temor durante o tempo da nossa peregrinação, pois Deus não faz acepção de pessoas e julga segundo as obras de cada um (I Pe 1.17). 0 próprio Senhor declara; “eis que ve­nho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuirá cada um segundo as suas obras” (Ap 22.12). É preciso entender, porém, que as obras não assumem um caráter me­ritório; apenas indicam o índice de espiritualidade do cristão. Elas são uma expressão do que o indivíduo é interiormente (Mt 12.33-36)

Para concluir, vale a pena recordar a advertência de Eclesiastes 12.13,14; “De tudo quanto se tem ouvido, a suma é: teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem. Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más”.

Em I Coríntios 3.8 Paulo afirma que “cada um receberá o seu galardão, segundo o seu próprio trabalho”.

DISCUSSÃO

01. Qual a relevância da doutri­na do Juízo Final para nós hoje?

02. 0 cristão deve temer o Juízo Final? Porquê?

É formado em Teologia,  Análise e desenvolvimento de Sistemas e Licenciatura em Matemática. Especializado  em Tecnologias de aprendizagem a distância,  produção de conteúdos digitais para a Internet e Mestre em Teologia.

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