QUAL É A MAIOR CRISE DA HUMANIDADE?

A maior crise em questão na atualidade não é econômica, social ou política, é moral. Não está fora das pessoas, está dentro delas. Não está baseada na falta de recursos, mas na inconsistência de caráter. Não está entrincheirada pela inexistência de soluções, mas pela falta de objetividade em relação ao propósito de Deus para a vida. Não é também algo meramente natural que pode ser resolvido por planos e estratégias humanas, é muito mais espiritual que podemos imaginar.

O homem não é meramente um ser carnal. Apesar de morar num corpo físico, o homem é essencialmente espiritual e por isto está tão relacionado com o mundo espiritual quanto com o mundo físico. Não é suficiente conhecermos apenas as leis físicas que governam a natureza. Se não entendermos os princípios morais que estão sendo quebrados, se não discernirmos o mundo espiritual ignorando os ardis do diabo, vamos continuar fracassando em ajudar nosso mundo.

Este tipo de crise causada pela pulverização da sensualidade está na raiz dos principais males confrontados pela sociedade. Infelizmente, pouco se tem feito para cortar esta raiz; na verdade, muitos a têm nutrido sem saber que esta é a causa e não um efeito supérfluo dos mais graves problemas que estão na pauta dos sociólogos e psicólogos.

O respeito interpessoal, a cidadania, a família, os governos, etc, tem estado radicalmente comprometidos e amaldiçoados pela crise moral que a fermentação do espírito de sensualidade acarreta.

De dentro para fora

Pessoas estão procurando soluções que estão dentro de si mesmas do lado de fora. Existe um sofisma aterrador que diz que as coisas podem melhorar independentemente do arrependimento. Quando idealizamos uma solução ou sonhamos com uma vida melhor desconsiderando nossa responsabilidade de sofrermos ajustes íntimos e mudanças significativas de dentro para fora, tudo que conseguimos é absorver um espírito crítico, hipócrita e destrutivo, que faz malograr a esperança. Semeamos nossa própria frustração.

Muitas soluções já nascem condenadas porque se propõe a lidar apenas com efeitos e não com as verdadeiras causas dos problemas. Sempre que achamos que o problema está do lado de fora, este pensamento em si já é a essência do problema.

Normalmente somos tendenciosos a não enxergarmos nossa responsabilidade pessoal em problemas que direta ou indiretamente nos encontramos envolvidos e que precisamos lidar. Esta insensibilidade nos rouba o potencial de sermos a solução ou parte significativa dela, além de nos levar apenas a deduções falsas ou incompletas. O coração se torna endurecido por uma sutil fermentação do orgulho. Tudo que conseguimos é confirmar nossa lógica que os outros estão errados ou que situações externas precisam ser alteradas, mesmo quando nós mesmos é quem estamos sendo o pivô do problema.

O conceito de arrependimento tem um caráter extremamente pessoal e interior. Arrepender, no literal, é “metanóia”, que significa “mudança de mente”. Esta perspectiva de flexibilidade para sofrer ajustes motivacionais e prover iniciativas de reconciliação é a chave do desenvolvimento de um indivíduo e do seu meio.

Quando mudamos as coisas dentro de nós, afetamos o mundo espiritual. Quando você afeta o mundo espiritual, você transforma o mundo físico. É assim que as coisas realmente funcionam.

Isto quer dizer que nós precisamos ser o milagre e não as outras pessoas ou as circunstâncias. Precisamos estar abertos para ceder e mudar, entendendo que o primeiro passo para solucionar qualquer problema reside na nossa vulnerabilidade ao arrependimento. Este verdadeiro arrependimento encoraja a humilhação, a transparência, a confissão e atos consistentes de reconciliação que tem o poder de lidar com as raízes mais profundas dos nossos problemas, sarando a alma e destruindo maldições.

Quanto mais profundamente somos corrigidos e sarados pelo arrependimento, tanto mais liberamos o poder de Deus para afetar outras pessoas e as circunstâncias externas. Toda resistência demoníaca começa a decair.

A autoridade de Deus só flui nesta direção: de dentro para fora. Todo esforço de tentar mudar as coisas de fora para dentro é quase sempre inútil e uma grande perda de tempo que opera contra nosso potencial de perseverança.

A mudança que uma solução eficiente exige precisa começar dentro de nós. Pessoas transformadas vão transformar o mundo. Pessoas curadas vão curar o mundo. Pessoas livres vão libertar o mundo. Este é o grande poder do arrependimento. Mudança interior gera mudança exterior. Esta é a verdadeira dinâmica que incrementa a autoridade do Reino de Deus.

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